30.4.10

Frase + pensamento


"Inúmeras são as vezes em que me ODEIO por me colocar em situações ridículas.
Mas quanto mais isso acontece, mas percebo o quanto todos nós somos um bando de ridículos tentando não parecer assim ou fugir à regra" - Bia Amorim


% & $ # @ ¨ - +


Estou me odiando nesse exato momento por estar me odiando por ter me colocado numa situação ridícula. E estou sendo mais pastel ainda em admitir isso e continuar a sentir raiva de mim, caindo ainda mais no ridículo a que me expus e ao ridículo que me torno quando tento me enganar dizendo ou achando que talvez não pareça ser tão ridícula assim ou a situação seja menos idiota do que realmente é. E é. Uma completa idiota vos escreve nesse momento. Momento perplexidade suprema. Momento "vamos expor nossas divertidas fraquezas, porque isso nos aproxima dos demais e daquilo que é ser humano". Pela atenção: grata!

Ser uma Pessoa "tchuptchura"



Estou sem jeito para escrever hoje. Só que tenho que registrar um fato muito legal que está rolando na minha vida – graças ao BibideBicicleta.

Há algum tempo atrás uma leitora muito fofa (Fer) entrou em contato comigo. Chegou aqui de mansinho, mas começamos a trocar de verdade. Além das letras. Num gesto de pura doçura, ela, que mora no Nordeste – essa região tão linda que tenho tentado desbravar, já que a infância foi desbravando o sul do Brasil –, resolveu me mandar um presente pelo correio. Só que como era um presente duplo (para mim e para a pessoa que a trouxe até o BibideBicicleta), esse mimo foi enviado para a casa dessa amiga em comum. Amanhã, depois de intermináveis semanas de chuvas e tempestades internas e externas, eu vou me encontrar com a amiga e o presente enviado pela leitora. E assim esse será o primeiro presente palpável gerado por essa troca virtual tão gostosa (porque presente mesmo são vocês, meus queridos, que com tanto carinho não me deixam estacionar).

Essa semana outra coisa gostosa aconteceu. Todo mundo sabe que eu acompanho o Sobretudo, fotoblog do Mr. Moratelli (para os mais novos na leitura, estou há séculos sem falar dele aqui, mas é um personagem do blog). Lá eu fazia às vezes de “Casa de Matilde” e adorava colocar pilha nas questões levantadas pelo autor. Era implicante até, mas implicante do bem... E foi lá que eu e a mineirinha Kátia nos aproximamos. Pois bem, ela veio até o Rio e nós nos encontramos. E esse se tornou o segundo encontro promovido pelo BibideBicicleta na minha vida, o primeiro interestadual (o primeiríssimo foi quando eu conheci ele).

Kátia é uma pessoa encantadora. Veio ao Rio na companhia do marido, o Beto (que agora vive repetindo a Bibidebicicleta... Como se fosse um nome :)). Nos encontramos numa lanchonete carioca que eu simplesmente ADORO: “Bibi Lanches/Sucos”. Hahahaha Não é meu o estabelecimento, claro, e a noite também não foi patrocinada por mim: meus novos amigos deram banquete (racha a cara de vergonha)! Junto com eles estava um amigo deles que mora no Rio: Marlon, um músico de talento único, com uma voz poderosa, além de ser uma pessoa tremendamente envolvente e cativante. Rimos muito, de doer a barriga. E eu fui para casa feliz com tantas aquisições de grande porte.

Ao voltar para casa, Kátia me escreveu:


“Vc é uma "tchuptchura" muitíssimo querida, Bibi!
Ficamos encantados com sua atenção e carinho!
Deus te conserve sempre assim!”

Eu realmente não sei o que é ser uma pessoa "tchuptchura". É a primeira vez que me classificam dessa forma e quer saber?! Eu gostei! hahahahaha

Plantando sementes de vida e colhendo frutos de amor. A vida nos retribui de mansinho com uma bela colheita invisível à palma a mão, mas muito sensível ao coração. Basta abrir o coração para pequenas gotas de chuva, que na verdade formam oceanos de oportunidades.

29.4.10

YOU BELIEVE: THERE IS LIGHT OVER...

Case Closed


PAREM AS MÁQUINAS! PAREM AS MÁQUINAS!


Fiz uma descoberta ululante! Tudo bem que ela me deixa na linha do "semi-analfabetismo" digital, mas e dai? Não estou aqui para expor alegrias e dores, virtudes e defeitos que me fazem quem sou? Pois bem, lá vem a história!


Hoje uma amiga me ligou. Fez uns comentários sobre uns posts que muito me agradaram (:*). E falou - toda tristinha - que não conseguia ser minha seguidora, porque o tal do "formulário para inscrição" (??????) era longo demais bla, bla, bla (duas mulheres conversando, você imagina a quantidade de detalhes e pormenores). Falei que ia tentar ajudar e o mais difícil nem foi cadastrá-la no Google Friends Connect. Pasmem: foi quase impossível inventar uma conta para ela no Gmail. Tentamos os nomes mais mirabolantes, de cabeça pra baixo, de trás para frente, fazendo reza forte, pulando bananeira e... Nada! Misturei umas letrinhas aqui com uns costumes acolá e chegamos a bom termo. Bingo!


Quando fui efetivar o email dela como seguidora aqui no BibideBicicleta descobri a pólvora! Você tem a opção de seguir um "blogspot" publicamente ou de forma invisível. Caraaaaaaaaaaaaaaca! Mr. Google não estava louco na contagem e nem os fantasmas estavam se divertindo nessa minha casa virtual! Wow! Temos dois seguidores que preferiram ficar no anonimato total e completo. Ou seja:


1) Somos oficialmente 87 Ciclistas com a entrada da Andrea (YES!);


2) Quem estava ignorante na questão era eu, que não ignoro mais o fato de que todos tem o direito à privacidade total e irrestrita (o que não me agrada de todo, mas que aceito de coração).


Andrea, minha linda, mais uma vez você trouxe luz a essa "cachola" que adora passear pelo mundo da lua. E também por isso eu sou imensamente grata! Agora você é a Agente 87!


Um beijo a todos os envolvidos!

Case Closed.

28.4.10

Christina Oiticica

Fiz uma matéria muito legal com a artista plástica Christina Oiticica, mulher do Paulo Coelho. E vou dividir aqui com vocês, como sempre costumo fazer. Uma mulher poderosa em simplicidade, religiosa com sinceridade, mas nada careta. Unhas azuis, camiseta básica de malha com um laço fashion solto pelo ombro. Christina é de aparente contradição - a.p.a.r.e.n.t.e - mas não é nada disso... Ela simplesmente é livre para ser feliz com suas escolhas.



Antes de sair da redação, chequei o meu e-mail e encontrei seu recadinho:

"Querida B,

Adorei a materia, ficou linda.
Muito obrigada e ate breve.
Mande sempre noticias, estou aqui do outro lado do Atlantico, preciso me manter informada.
Beijos Christina"

What a night, folks :) !!

Meu Presente


Adoro ganhar presente. Fico toda bobona :) Li uma poesia linda que ele fez e comentei que parecia comigo. Ele disse que podia ficar para mim (não é a mesma coisa que ser musa, mas é um gesto de delicadeza tão enorme, que emociona), então, aqui está: dividindo com vocês meu presente encantador e o talento único do poeta:


A mulher
intensamente
se despiu
se mostrou inteira
inteiramente só
com os olhos no espelho
se confessou calada
quis conselhos
quis palavras
quis de volta
as frases repletas
quis o poeta
cujos versos e canções
lhe escancaravam os sonhos
lhe aprisionavam a alma
quando o cair da noite
sempre fazia sentido
quando a vida se fazia calma
a mulher
intensamente
quieta
mentiu
fingiu-se esquecida
ingrata
por insensatez
por bravata
por bravura
pôs os olhos vazios
vadios na noite escura
achou que talvez
por um pensamento louco
estivesse liberta
até estivesse feliz
deitou-se nua sob a coberta
tentando dormir mais um pouco
mas a dor do seu corpo
não quis

ADORO (ESSES) HOMENS EXPRESSIVOS

27.4.10

Chapeleiro Maluco


Hoje já é quase amanhã. Cheguei em casa mortinha, mas na batalha da vida, salvaram-se todos! Par o alto e avante! Com sono, mas na intenção de pelo menos registrar o dia de hoje:


* Fiz uma matéria sensacional, com um cara muito gente boa, pé no chão, engraçado e com um bom gosto único. Foi surpresa. Na casa dele fui recepcionada por um gato: João. O peludo era do tipo carente e ficou aninhado comigo no sofá. Gato, gente, bichano, Felis Catus. Tirei foto, mas não consigo transferir do celular para qualquer outro lugar. "Quem ama bloqueia..."


* Trânsito, trânsito, dia chuvoso e nos caminhos pelo Alto da Boa Vista (joga no Google). Eu perdida na maior floresta urbana do mundo. LOST.


* Conheci um cara sensacional hoje. Ri muito.


* Telefonei para meus dois queridos (ZW) e a vida fica tão mais completa depois deles...


* Liguei para minha amiga Cecil, com quem não falo há séculos. Tenho uma admiração rasgada por essa moça, que me conhece e que me ama como sou e sempre tem o melhor de mim.


- Cecil, querida, tô morrendo de saudade!

- Eu não tô com saudade de você não!

- "cri, cri, cri, cri" (silêncio constrangedor)

- Eu leio o BibideBicicleta todos os dias. É como te mantenho perto.

- OOOOO nhonhonho


A Cecil levantou uma bola que eu sempre achei que um dia alguém fosse desconfiar:


- Eu leio sobre suas TPMs e mau humor e essas coisas e essas descrições nunca correspondem a quem você é comigo. Uma hora tá triste e logo depois está feliz: parece bipolar.


Eu sempre achei que um dia alguém fosse desconfiar disso. Esclareço: escrever as coisas não dá a real dimensão dos fatos, não é? Uma raiva é mais intensa, uma dor é mais cortante, um amor não correspondido pode soar mais ferino e um azedume, mais bichado. Tirando isso, sou réu confessa: eu tenho uma tendência à entrega, a viver a intensidade das coisas, a ser sensível e até sentimental. Vivo na minha montanha russa particular. E quem disse que montanha russa não pode ser algo divertido? Eu acho! Já fui a mais de 50 tipos diferentes e é, sem dúvida, meu brinquedo de gente grande favorito :) (Vai reclamar de que? tem gente que prefere boneca inflável, certo? cada um na sua!)


* Jantar com a leitora mineira. E isso merece um post à parte. Não hoje, porque ela merece mais, muito mais... Estou morta de cansaço, mais super feliz. Sábado que vem se Deus permitir, tem café com pão de queijo com outra leitora. Alguém mais deseja estar nesse encontro? hahaha


* Lukinha, quero dizer que o que você escreveu ficou marcado na minha mente e coração. Resposta está na pedalada abaixo da sua. Tento sempre responder a quem me escreve, nem sempre rola, nem sempre é possível, mas é sempre bom de ler. Albuk sempre me conforta: aqui ou no msn. J25 está sumido e me faz tanta falta quanto o Bino. Fer: vou tentar pega a bolsa no sábado. Estou cruzando os dedinhos. Queria dormir à sombra de uma barraca (com sol a clarear)de frente para o mar, como eu fiz na Praia do Francês, lá em Maceió. Isso sim seria relaxar. Noites de tormenta. Parece tão fácil ser eu, mas eu complico tanto. Todos nós.


* Entrei no Facebook e vi uma linda foto de uma amiga americana vestida de noiva com o marido. Fiquei tão feliz que comentei. Ela disse que está casada há quase um ano. Desce o pano: meu relógio tá doidinho...

26.4.10

Vida & Morte


Que dia o de hoje!


Estou passando aqui para fazer uma tabelinha rápida, tocar para o gol e correr para o abraço. Já acordei sonada... O fim de semana foi um pouco complicado. Não por tarefas, mas por demandas internas. Arrasto correntes fantasmas vez ou outra e me dou o direito de ser errada, me saber assim e continuar por falta de forças para reagir. Depois compreendo que o mar tem seus mistérios e sigo remando.


Fui trabalhar. Um remédio amargo de poder cicatrizante. E vou te falar uma coisa: foi dia de estreia. Pela primeira vez na vida escrevi um obituário. Não ficou lá essas maioneses, né? Faltou um pouco de molho, eu diria. Mas também - que rufem os tambores - esse obituário era de gente viva. Explico: é uma prática no jornalismo deixar certos textos prontos. Quando uma pessoa célebre morre, a velocidade dos acontecimentos é créu 6! Você não pode parar para pesquisar a vida e obra de alguém, porque precisa soltar a informação (ainda mais em tempos de internet). A mim coube essa tarefa delicadíssima hoje. O dom mais precioso que a gente tem é a vida. E eu torço (mesmo), para que esse obituário não tenha um dia a mais e nem um dia a menos do que aquilo que é justo.


Há muita gente que tem dificuldade com a morte. Li outro dia uma entrevista que dizia que aquele que tem dificuldade com a morte é porque sempre teve dificuldade com a vida. Será? Não digo que sim e nem que não, deixo que você dê a sua opinião...

24.4.10

Meus Leitores


Resposta ao Bino do post 82:

Bino, querido...

Gosto muito quando você me escreve, sabe por que?

Um dia eu achei que era hora de parar de escrever o BibideBicicleta. Estava insatisfeita com um monte de questões internas que na hora me pareciam insolúveis. E você sabe que quando você tem uma pedra no sapato, por exemplo, qualquer outra coisa parece menor diante do desconforto que você sente. Tudo em volta precisa deixar de te chamar atenção, porque você precisa se concentrar em resolver a angústia maior. E quando se resolve é que você percebe que a solução era até bem simples, mas era mister foco e resolução.

Naquele exato dia eu te "conheci". Você me trouxe preciosas palavras consoladoras e se apresentou, antes que fosse "tarde". Nesse exato momento eu me dei conta de que não era eu somente aqui. E que também não estava agregando pessoas que me conheciam através de amigos e de amigos dos amigos. Existia uma pessoa sem rosto, mas que demonstrava um enorme sentimento desenvolvido através das palavras que aqui registro. E isso foi meio que transformador. Foi o meu "Parla!" de Davi.

E depois eu descobri que por trás do nome Bino que me enfeitava a tela, existia um historiador, homem culto, de um lugar tão longe, que encontrava importância e significado nas minhas dores, nas minhas angústias, nas minhas descobertas de menina (porque assim muitas vezes me revelei aqui através da curiosidade legítima e do enorme anseio), das minhas teorias, as mais bobas, das minhas poesias, das minhas desilusões e paixões e euforias e poesias e trabalhos sem fim...

Sabe, Bino... Nesse dia eu entendi que as palavras realmente têm um alcance maior que a tela do meu computador e o teto da minha casa (e as paredes do meu egoísmo). E aqui eu não sou a jornalista, não tenho o olhar afastado... Aqui eu sou alma e coração; acerto e erro em proporções gigantescas e sou responsável não pelos meus leitores, mas com eles. Assim nos tornamos conhecidos, sem nunca ter visto sequer o seu rosto...

E por fim, Bino, acabei descobrindo que o BibideBicicleta não me deu fama, não me deu dinheiro, não me status além do de blogueira, não me tornou referência, não me ajudou a escrever um livro. Ele me deu pessoas! Ele me trouxe o desafio de me descortinar em letras e histórias e me deu a sorte de ter por perto criaturas fantásticas que dão eco ao meu existir. Meus Ciclistas existem em meu coração e cada um tem seu tipo e sua característica única. Não espero de vocês nada além vocês mesmos. E eu espero MESMO por vocês. Cada um escreve de um jeito, cada um tem seu estilo, seu gosto, seus gestos, suas palavras favoritas, seus erros e acertos, suas vontades, seu desejo de ouvir sobre algo ou expressar a sua opinião. E é isso que me mantém alimentada nesse espaço. Por favor, não deixem de ser vocês apesar de mim. Não quero ser barreira, mas sim uma colcha de retalhos.

23.4.10

Presente Jóia



Pedalamos Juntos

Obrigada :)

83




Esse é o post número 1390.
É um post MUITO feliz.
Feliz porque ganhei mais um Ciclista oficial: 83
(não podemos perder as contas!)
Feliz porque conheço bem esse Ciclista...
E amo, amo, amo tanto que ele nem sabe!
Também, acho que nunca falei! hehehe
Ao invés de falar: escrevo.
Essa é a minha forma de dar significância e uma dose de imortalidade.
Uma dose, porque palavras escritas eternizam pensamentos.
Mas mesmo na web, elas também se perdem no "ar" do tempo implacável.
O tempo que nos separou Deniss, também foi o que nos uniu.
Que gostoso visitar o passado nesse fim de dia que para mim nem foi feriado.
Junto com você chegam o Kuka, a Line, o Saulo e o Dan...
Porque a alegria nunca chega sozinha, sabe?
Sem ladeira acima e nem ladeira abaixo.
Pedaladas sempre em frente. Sempre juntos.
Achei que já não tivesse família, a grande família.
O BibideBicicleta me deu mais um presente: nós todos aqui.
(a família S super representada, caramba!)
Se a presença física é um problema, a virtual resolve. E aquece.
Obrigada pela companhia!

22.4.10

82


Como vimos aqui Aqui e depois Aqui existem um censo particular para acontagem daqueles inscritos no "Hall da Fama Ciclista", uma vez que o Google Friends Connect resolveu contar os Ciclistas Oficiais à sua revelia...

Até outro dia nós éramos 81 Pedalantes e agora ganhamos mais uma Ciclista: Deliane Leite (82)! Moça de Brasília que gosta de poesia e da Língua Portuguesa. Portanto, leitora querida, temos muito em comum. Eu me amarro no Português, só não consigo me entender muito bem com o monte de regras que ele impõe à nossa relação. hehehe

Estava falando com o meu Pai hoje do orgulho que tenho em manter o BibideBicicleta por quatro anos. Nunca fui de levar muitos projetos adiante, mas esse aqui passou a fazer parte da minha vida. Não é um diário, mas um depositários de inspirações, ideias, desabafos, conclusões, lágrimas e sorrisos com letras. Já quis parar, mas o BibideBicicleta me deu tanta coisa bacana: leitores, amigos, amores, presentes (Fer fofura), encontros - essa semana vou almoçar com uma leitora de outro estado :) - desencontros, afetos e desafetos, desapontamentos, versos encantados, textos elaborados, ideias, vontade, coragem...

Só não tenho o respeito de quem mora comigo, que acham que perder tempo aqui não tem a menor relevância (e fazem todos os barulhos do mundo e interrupções de toda sorte). Não tenho paz para escrever nem de madrugada, vou te contar :( Como diz o Bruno Astuto, colunista do jornal carioca O Dia: "É dura a vida da bailarina!". Pronto, desabafei!

Antes de terminar: Bino, cadê você?

Beijos a todos os interessados e interessantes :)

Em Obra


Uma quinta-feira. Acordei resolvida com parte do meu mau humor. Parte. Tenho em mim uma tristezinha em forma de fardo e pesar. Uma bruma que me acompanha com certa constância e fatal insistência. Uma nuvem ou uma sombra, a qual não tenho acesso direto. Deixei-me ser mais humana do que apenas ser humana. Fiz acordo com as palavras, com aquelas que me desafiam internamente. Acordo selado tentando encontrar forma e lugar para pousar e repousar. E vou com areia e vento delineando os caminhos meus, os quais não poderei voltar. Ninguém pode, afinal. Quando se volta na busca vã por instantes fecundos, já jazem desfeitos, refeitos, novos. Retroceder é permitido apenas para novas construções. "Sigo para o alvo, para a soberana vocação de Deus". Invento desculpas quase tão perfeitas que todos nós acreditamos. Ou apenas nos fiamos nela para continuar. Todos somos armados de um arsenal de desculpas tolas. Tempos de faxina na casa se aproximam. Por enquanto, me permito ao silêncio e à contemplação do que me tornei. Estamos em obra.

21.4.10

Chatona


Quando o prazer vira um compromisso, muitas vezes ele deixa de ter aquele elemento extra de motivação. Vim aqui marcar presença, mas estou tão caidinha que ao escrever sobre qualquer assunto corro o sério risco de me tornar chata e entendiante, consequentemente a leitura ficará comprometida.

Um dia em uma montanha russa de sentimentos. Quando o Luke me ligou, mais cedo, estava ótima. Quando o Saulo me ligou, me convidando para uma festa muito louca no fim de semana (que se eu for, contarei aqui), já estava chatinha. Termino o dia chatona. E escrevo sobre isso para fazer valer para mim a minha condição humana: a fragilidade diante da vida, dos acontecimentos, das vicissitudes. (meus dois amores fraternos me ligaram :0)

Vivo dias cansados. Que me desculpem os que de mim esperam diferente. Tenho muitas limitações. E sigo errante.

Boa noite meus queridos.
Amanhã é sempre um novo dia.

20.4.10




Tem uma pessoa de Urbana, Illinois (USA), que entra diariamente no BibideBicicleta.
Vem pedalar direto e eu não sei quem é...
Tímido (a)?
Conta pra mim que é você, vai?!
Please, please, please!



Fer
, porque você não me escreve mais?



flash article para o iG Jovem:
Filho de Tony Tornado está em "Escrito nas Estrelas"


Ouvi por ai...



Ouvi por ai...


"A camisa do Botafogo é igual ao Ricky Martin: demorou anos para sair do armário"


19.4.10

O tempo das coisas


Estava num carro hoje de manhã indo em direção ao trabalho. É nessa hora que gosto de relaxar, falar com Deus e entregar todo o meu dia. Obviamente eu não sou a motorista. O sinal fechou e fomos desacelerando até parar bem bonitinhos atrás do carro da frente. No segundo em que paramos, veio um carro atrás e do nada largou a mão na buzina. Eu levei um susto. Olhei ao redor e não tinha a menor necessidade daquele cidadão se manifestar daquela forma. E fiquei pensando em escrever sobre como vivemos os nossos dias, no estresse que domina a vida de tanta gente, nessa necessidade de ser tudo para ontem e que o mundo e suas coisas funcionem necessariamente no nosso ritmo (seja ele qual for e seja você quem for nesse mundo). A velocidade dos tempos me assusta e não tenho o desejo - agora - de tratar sobre isso. Ironicamente meu chefe falou isso na hora do almoço, quando estavam todos reunidos: "Prestem atenção no que eu vou falar: a vida passa muito rápido. Passa e a gente nem se dá conta". Velocidade das reações, velocidade nos prazos, velocidade nas relações, velocidade no trânsito, velocidade no partir, velocidade em medir, velocidade em ofertar, velocidade em retirar, velocidade em escolher, velocidade em sentir, velocidade em ler... Não se pode perder mais um minuto na vida, porque perde-se a vida em um minuto. Temos mesmo que acreditar que assim é e pronto? Tudo tem seu tempo certo se não teimarmos em agredir e atropelar o tempo das coisas...

Certas Sutilezas de Elefante


O ser humano me choca até nas entrelinhas tamanha a sutileza.


Hoje o rei Roberto Carlos completa 69 anos de idade e 50 de carreira. Amiga minha que estava no enterro da mãe dele, Lady Laura, hoje conta que após o sepultamento as pessoas (fãs) que estavam acompanhando o cortejo no cemitério Jardim da Saudade, no Rio, começaram a cantar "Parabéns Pra Você" para o Roberto Carlos.


Meu Deus do Céu! É ou não é para pedir: desce o pano rápido?!

Gasparzinho e o Beetlejuice entre nós


Agora é oficial: o contador do Google está maluquinho! Vejam vocês que o Google Friend Connects, que fica do lado direito do blog e a quem eu chamo carinhosamente de "Hall da Fama Ciclista", me diz que tenho 83 seguidores (oficiais que se increveram no programa).

Como vimos no censo anterior, onde eu listei cada um nome a nome, eu tinha 78 leitores cadastrados. Desde então, a Vivi, a Deny e o Rafa se juntaram ao grupo. Assim sendo, somos 81 pessoas conectadas nesse latifúndio, certo? Pois é, como os senhores podem obeservar, o contador teima em me dizer 83. Isto posto, só posso crer que Gasparzinho e o Beetlejuice me fazem companhia nessa arte que é ver e viver o BibideBicicleta. Booooooooooooo

Fiquei imensamente feliz com as três novas adesões!

Vivi(anne) é amiga antiga e muitíssimo querida que já ganhou alguns posts em sua homenagem ou com a sua valoroza colaboração (inspirando através de momentos, exemplos e/ou palavras). Amo muito.

E a Deny? Me chamou mais cedo no MSN para dizer que estava indignada por seu nome não estar na lista do censo. Eu disse que se não estava era por um motivo simples e básico: ela ainda não tinha se cadastrado! Ela mal acreditou: "Bibi, mas eu te sigo há anos!? Que falha!" hahahaha Essa é a minha amiga, dentista das estrelas que as vezes se esconde no mundo da lua! ADORO!

E você, Rafa?! Como encontrou o BibideBicicleta. Conta aê! Fui ler o perfil dele e achei uma informação muito importante (vejam vocês, que muitas vezes o pulo do gato se encontra nos detalhes): "Eu nasci em Brasília... blábláblá blábláblá... Sou formado em Direito pelo UNIEURO... em frente a Embaixada do Iraque!". Garoto! Quantas aventuras você deve ter vivido nessa região! Muito bom Rafa, seja muito bem-vindo! (já perdeu o traço essa expressão? Alguém me dá uma luz???? Vivi(anne) isso é trabalho para você!)

18.4.10

LADY LAURA




EU CONHECI A LADY LAURA
Quando me mandaram fazer a reportagem da missa em homenagem à Maria Rita pela primeira vez (a minha, não a primeira missa), tive a missão de encontrá-la e entrevistá-la. Lady Laura era uma senhorinha de óculos escuros enormes e gola rulê num calor de 40° como é comum no Rio, no mês de dezembro. Sempre ativa, ela ia para a capela a pé, enquanto o filho famoso, para evitar o assédio dos fãs, ia de carro até a porta de trás da igrejinha. Todas as outras vezes em que lá estive, encontrei a mesma Lady Laura: uma doçura de mãe. Discretíssima e sempre acompanhada de seus óculos escuros e gola rulê ou lenço no pescoço.



"Time After Time"


Acabei de ver o filme "Julie & Julia". Coisa mais fofa! Pequenas observações:
1) A moça tem um emprego um tanto burocrático e faz um blog para dar um novo sentido à sua vida. Ah, como fala ao meu coração! Voltando a 2006 quando dei o start ao BibideBicicleta e tudo ganhou um novo significado :)

2) O filme fala sobre o ato de cozinhar, que é um talento difícil de se desenvolver em mim. Não é falta de competência, mas essa ansiedade que divide espaço com outras habilidades no meu cinto de utilidades da vida. Adoraria conseguir fazer pratos elaborados. Aprender seria uma experiência fascinante!

3) O filme termina com uma trilha sonora que me transportou em pensamentos para lugares únicos com consistência de algodão ou coisa que o valha. O que é "Time After Time" na voz de Margareth Whiting? O mais curioso é que essa mesma canção me arrebatou em "Ao Entardecer" e eu esqueci de postar aqui! E ela voltou à minha vida e eu sou grata pela canção nessa tarde de domingo...

Frase



"A dor de cotovelo é como a ressaca da alma: depois da embriaguez, vem a dor. E dói no corpo igual. Ou pior, já que o remédio não é de cura imediata."
- Bia Amorim


Tudo o que é sólido desmancha no ar

Foto: Spencer Tunick / www.spencertunick.com



No decurso dessa minha carreira tão diversa (e não diversificada, porque só faço mais do mesmo) – que a cada momento me encontro em um lugar diferente, ouvindo a história de pessoas de todo tipo e toda sorte - Já tive a oportunidade de entrevistar jornalistas, escritores, novelistas, roteirista. Vou me ater a eles (à classe), porque a pergunta que intriga é sempre a mesma: "qual o segredo de um bom texto?" É retórica, claro, uma vez que não existem fórmulas prontas, mesmo que existam certas regras estilísticas.

E qual o segredo de se fazer um texto? Criatividade e uma dose de suor? Experiência e empatia? Os meus textos nascem de formas diversas, mas cada um deles é dotado de sensibilidade, porque tanto quanto passar pela mente, as palavras que jogo no BibideBicicleta (e aqui fala a escritora e poeta e não a jornalista) passam sempre pelo coração. E nem essa premissa explica o ato (e nem garante nenhum tipo de sucesso, diga-se de passagem)! Há textos que fluem e outros que vão se formando como uma semente que brota no campo das ideias (centelhas). Ou epifania! Um "voilá" do pensamento instantâneo.

Estava com uma ideia forte e simples (e não há antagonismo nessa afirmação) na mente, quando entrei no blog da Isabela Campoi e li uma frase que martelou o pensamento em luzes de neon.



“Aí me lembrei de um comentário do Marshall Berman em seu livro "Tudo que é sólido desmancha no ar", título que é a apropriação de uma frase de Marx”.


"Tudo que é sólido desmancha no ar" é uma frase que jamais passaria batida a mim quando me deparasse com ela pela primeira vez. E assim o foi. É algo tão redondo diante da fôrma (como falarei essa palavra sem acento, meu Deus?) da minha formação, que eu mesma gostaria de ter dito (sem pretensão, vai!? Apenas uma frase que amei). Tem a minha embocadura. E lá fui eu atrás de Marshall Berman e sua motivação. Encontro no primeiro parágrafo do livro, a motivação primária que deu vazão a essa minha jornada de busca:

“Existe um tipo de experiência vital — experiência de tempo e espaço, de si mesmo e dos outros, das possibilidades e perigos da vida — que é compartilhada por homens e mulheres em todo o mundo, hoje. Designarei esse conjunto de experiências como “modernidade”. Ser moderno é encontrar-se em um ambiente que promete aventura, poder, alegria, crescimento, autotransformação e transformação das coisas em redor — mas ao mesmo tempo ameaça destruir tudo o que temos, tudo o que sabemos, tudo o que somos. A experiência ambiental da modernidade anula todas as fronteiras geográficas e raciais, de classe e nacionalidade, de religião e ideologia: nesse sentido, pode-se dizer que a modernidade une a espécie humana. Porém, é uma unidade paradoxal, uma unidade de desunidade: ela nos despeja a todos num turbilhão de permanente desintegração e mudança, de luta e contradição, de ambigüidade e angústia. Ser moderno é fazer parte de um universo no qual, como disse Marx, “tudo o que é sólido desmancha no ar””.

Quando Karl Marx disse que ‘tudo o que é sólido desmancha no ar’, ele fez uma feliz metáfora para definir ideologias, formas de governos e modos de produção que nasceram, vingaram e ruíram, como num ciclo de vida e morte quase natural. Da política do todo e de todos ao estado individual e particular da existência das coisas sólidas e materiais e da potencialidade das relações: vivemos em um ciclo natural do ser e do não ser mais. Tolo, talvez, seja aquele que tenta prever a duração e a durabilidade de coisas que nasceram para ter um ciclo natural, portanto, único.

E, vejam vocês que interessante (eu acho)! Trazendo o pensamento do plano das ideias para a parte prática de nossas vidas... Sabem de onde surgiu a centelha que me fez gerar toda a ideia e consequentemente, o texto? De um simples bate-papo virtual, que poderia ter passado batido, como tantos outros... Mas que para mim foi cheio de significado.

Eu – Seu blog, o meu e o dela têm uma leitora em comum. Acho isso tão diferente, até engraçado!

Ele – Tem muito mais gente. Somos uma corrente de elos fortes: prendemos as pessoas em nossa volta. E a corrente se matem e por nada se solta...

Eu – Somos a mesma corrente ou cada um é a sua própria? Esse por nada se solta é um mistério da vida: aquela instabilidade necessária à existência do cativar.


Tudo o que é sólido desmancha no ar. As coisas nascem, vingam e ruem como num ciclo de vida e morte quase natural. Tudo o que parece sólido é dotado da instabilidade necessária à existência do cativar. Cativar é alimentar a construção e permanência impermanente, sem foco nos prazos, mas no resultado que se obtém bem além do ciclo natural. Autotransformação e transformação das coisas em redor ameaça destruir tudo o que temos, o que sabemos, o que somos. E quando o somos, já não o sabemos, porque nos transformamos. E quando tentamos, debalde, impedir o processo: é retrocesso, caminhamos para a total estagnação do existir – morte em vida. “Coisifica-se”.

Sem Consequências Espúrias


“Não se preocupe. Tudo vai dar certo!”


Quá, quá... Essa era uma frase na qual eu costumava acreditar. E eu detesto admitir que eu tenha deixado de crer em ênfases importantes para colorir o cotidiano. Não é um fato de agora, devo acrescentar (nessa fase de vasculhar o interno e trazer à tona incômodos pontuais). Acredito no dia de amanhã, porque a esperança do "recomeçar" é algo que precisa me confortar. Mesmo que o amanhã não venha, eu durmo na certeza do porvir. E Deus me é por testemunha disso. Mas, sabe, nem tudo vai dar certo! Escreva isso no seu espelho com batom. Nem sempre. Fato. Não posso mais me enganar com fórmulas bonitinhas. Não se engane você. Ou melhor: se engane sim, porque muitas vezes é superválido viver uma ilusão sem consequências espúrias. Mas mantenha os pés no chão e a mente em foco (olhe no espelho as letras com batom. Você vai ver o aviso e a você mesmo). Não se perca de quem você é, mesmo que depois da ilusão você tenha se tornado "alguém além" (prefiro a expressão em inglês “somebody else”).


Não estou triste. Estou em fase contestadora e constatadora. Pode até ser o ovo de Colombo, e daí? Fazia tempo que não tirava um período só meu, de mergulho superficial nas minhas inconstâncias. Tempo de procrastinação. Blá, blá, blá. Não há sempre um final feliz. Não há sempre um final. Não há sempre a solução da casualística. Não, nem sempre. Transforma-se. Transmuta-se. Sublima-se. Deixa-se por conta da imaginação. Eu me sinto rompendo um casulo. Preciso de força e coragem para ganhar esse mundo novo. Eu mesma espero do lado de fora para saber se desse casulo vai sair uma borboleta ou uma mariposa. Sou as duas frequentemente. Mas só consigo saber a da vez logo após o romper do casulo. É sentar e esperar com paciência e obstinação. Morrem-se minhas ilusões. E tenho a sensação de que as perco numa velocidade absurda. Vou ser multada por execesso de velocidade. Será?

É noite. E tudo está escuro dentro desse quarto que se chama solidão. Acompanhada. Só há o silêncio a se fazer presente. Que corta. Ora quebrado pelo som do vento que tenta invadir esse espaço pela fresta da janela entreaberta. Uma âncora. O vento que outrora me trazia a liberdade dos cabelos em desalinho, hoje sufoca, me angustia. É vento pesado. Passado. Cortante. Constante. Dá frio. E então é silêncio outra vez.

A lua lá fora brilha apenas para me lembrar que não estou tão só. Há escolha? Que bom que é noite de lua mesmo à revelia. Mas é noite sem luar. Como tantas outras pelas quais passei. Legionária da alma. Não há estrelas. Nem poderia. Cerro os meus olhos a ponto de só enxergar o mínimio. A lua me é por farol da noite sem fim. Não posso ver e nem quero. Espero no silêncio.

E quanto menos eu vejo lá fora, melhor eu enxergo aqui dentro. No escuro me percebo melhor. Inteira. Esse meu cansar. Esse meu pesar. Essa minha angústia entre o partir e o ficar. Entre ser e estabelecer. Parecer. Pensamentos difusos, confusos, contundem. Pensamentos latentes. Tão incoerente... Silêncios contados. Calados. Colados no peito. Solo árido, agreste. Pés descalços. Roupas rotas.

Eu sou o meu próprio salteador. Todos somos vilões do existir, quando roubamos de nós mesmos um único suspiro de pesar ou contentamento que seja. Viver é nadar contra a correnteza da dúvida. Há que se ter fôlego e um quê de explorador. Tiro de mim amiúde muito mais do que gostaria. Ou poderia. Todos tiram... De mim. E me perco nesse emaranhado estranho de vozes confusas, avisos tardios, versos vadios. Silêncios cortantes. Rompantes.

Se na mão fósforos houvesse, seriam um estalo como um pensamento que se ocorre na fração de um tempo. Apagar-se-ia levado pelo vento do existir... Se ele houvesse. Persistir. Mas não há nada: nem nas minhas mãos, nem no pensamento imediato, nem no coração. Ingrato. Apenas o vazio escandaloso do existir. O nada. E resistir é preciso...

17.4.10

Tarde de sábado


Olha, é até vergonhoso dizer, mas basta assistir ao "Lar Doce Lar", no programa do Luciano Huck, para eu abrir a torneirinha... Chorando muito na tarde desse sábado! O ser humano tantas vezes me é causa de descrença e tristeza, mas noutras tantas e tantas é capaz de emocionar na simplicidade do ser...

Tá rolando uma pequena deprê!

Então é melhor eu ir tomar um banho e ir viver a minha vida de forma plena e menos virtual.

78 oficiais


Hall da Fama Ciclista
- Na ordem que aparece lá, ao lado direito do blog
(oficialmente somos 78)



  1. Rosangela

  2. Vivi Fernandez

  3. Clarissa P

  4. Berenice

  5. Bruna França

  6. Isa Medeiros

  7. Marçal

  8. AnaR

  9. Mariana

  10. Mary Flor

  11. Albuk

  12. LP

  13. Laura

  14. Dressa

  15. José Ramon

  16. Renata Seara

  17. Eu (que não sou euzinha)

  18. Ciara

  19. Luke

  20. Richard

  21. Ronald

  22. Mili

  23. Carla

  24. PJ

  25. Lu Barcellos

  26. Periquita

  27. Aline Shi

  28. Valéria

  29. Bella

  30. Me. Bdeen

  31. Dilsinho

  32. DeK

  33. Evaldo

  34. Angel

  35. Radu

  36. Umer

  37. Hugo Alves

  38. Hnemosyne

  39. Aline Castilho

  40. Joss

  41. Cintia

  42. Anarx

  43. Gui

  44. Deco

  45. Mr. Franco

  46. Dulci

  47. "Caminha"

  48. Penachi

  49. Dida

  50. Andreza

  51. Pastorelli

  52. Tom

  53. Julio Leonardo


  54. Nildinha

  55. Dani Lomba

  56. Luis Paulo

  57. Lucio

  58. Drica

  59. Vanessa

  60. Nat e Beca

  61. Ju Aquino

  62. Saulo

  63. Reah

  64. Cristiane

  65. Bia Romero

  66. Kate

  67. Karina

  68. Ana

  69. Vivian

  70. BelaCampoi

  71. Aline Emerick

  72. Eliza Shi

  73. Bia Bug

  74. Dani Matera

  75. Pri Marinho

  76. "sopa de letras"

  77. Ricardo Valente

16.4.10

Job

Luiza Brunet é uma mulher única: sensacional! ADORO!
Zulu continua lindo e ponto.
Mais? Aqui.

TPM

Nem sempre a TPM é ruim.
Da revista eu gosto, por exemplo.
Vide a foto que encontrei em um dos ensaios antigos.
Pesquisa, pesquisa...

Força da Natureza

Foto: Reuters

A movimentação da nuvem de cinza expelida pelo vulcão Eyjafjalla, na Islândia. Chato falar sobre o assunto (ainda mais depois de tudo o que aconteceu aqui no Rio e nisso não há relação porque aqui muitas vidas foram ceifadas), mas até que existe beleza em certas tragédias. A força da natureza é uma manifestação inexorável.

Relinchando de prazer ou de cólera


Quando me faltam as palavras (fato raro, perene e escandalosamente revelador), os livros me socorrem. Viva a literatura e um viva para os leitores ávidos por consumir sentimentos humanos embebidos na estética do belo:


"Só que ela não queria ir de mãos vazias. E assim como se lhe levasse uma flor, ela escreveu no papel algumas palavras que lhe dessem prazer: Existe um ser que mora dentro de mim como se fosse casa dele, e é. Trata-se de um cavalo preto e lustroso que apesar de inteiramente selvagem - pois nunca morou antes em ninguém nem jamais lhe puseram rédeas e nem sela - apesar de inteiramente selvagem tem por isso mesmo uma doçura primeira de quem não tem medo: como às vezes na minha mão. Seu focinho é úmido e fresco. Eu beijo o seu focinho. Quando eu morrer, o cavalo preto ficará sem casa e vai sofrer muito. A menos que ele escolha outra casa e que esta outra casa não tenha medo daquilo que é ao mesmo tempo selvagem e suave. Aviso que ele não tem nome: basta chamá-lo e se acerta com seu nome. Ou não se acerta, mas, uma vez chamado com doçura e autoridade, ele vai. Se ele fareja e sente que um corpo-casa é livre, ele trota sem ruídos e vai. Aviso também que não se deve temer o seu relinchar: a gente se engana e pensa que é a gente mesma que está relinchando de prazer ou de cólera, a gente se assusta com o excesso de doçura do que é isso pela primeira vez.

Ela sorriu. Ulisses ia gostar, ia pensar que o cavalo era ela própria. Era?"
- Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres de Clarice Lispector.

15.4.10

Corujas

Essa foto é de Raphael Zanetti.
Encontrei um registro que ele fez há séculos e postei com crédito no BibideBicicleta. Tempos depois, ele apareceu por aqui e gostou de ver seu trabalho creditado. Resultado: me deu o endereço do seu flickr e me deixou a vontade para escolher outros registros. Tem muita coisa bonita lá, mas a foto aqui estampada ilustra bem o meu começo de dia...
Lugares conhecidos muitas vezes parecem
apenas sonhos distante que olhamos pelo "buraco da fechadura".
Sonhei que eu domesticava duas corujas selvagens. Uma delas era do tamanho e peso de um gato gordo. As duas eram ariscas e em busca de comida e conforto entraram na minha casa e em sinal de confiança ficavam cada uma em um ombro meu. No começo eu sentia medo, mas no fim do sonho, a relação que se estabeleceu era de amizade, uma naturalidade estranha. Fazia tempo que eu não sonhava...

Espinhas, sardinhas e a galinha preta sem patins


Tenho espinhas... Todo mês rola uma pipoca no meu rosto. Affe, pareço uma guria de 13 anos. Dessa vez está punk. Humores em níveis normais.


O bizarro foi que justo hoje me convidaram para cobrir um congresso sobre... Alguém sabe? Alguém? Alguém? Acne na adolescência!! hahahaha


Descobri que além de sardinhas no colo (apelido de pavilhão antes do seio - palavra que detesto, mas nesse caso peito seria o masculino talvez) e nas cochas (sim, eu as tenho nas coxas e adoro)... Agora também tenho no nariz. Justo aí me irrita um pouco. Sinal senil já já. hahahaha


Para terminar a "farra" do dia... Acabo de chegar de um evento de moda. Estou eu ali no meu lugar observando as pessoas e uma criatura se aproxima. Certamente atraído pelo bloquinho, assim como traças pela luz. Era o Daniel Azulay. Ai meu Deus, não pude conter o riso... Caraca! Ele continua o mesmo de quando comecei a ver televisão. E fazendo as mesmas caretas! Ficou me encarando e eu só via aquela galinha preta que tinha no programa. O que foi essa festa! Era ele e Isabelita dos Patins (sem os patins - quase não reconheci sem os patins hahahahaha) bombando entre a galera. What a night babies!


Boa Noite Ciclistas.

Smacks!

14.4.10


13.4.10

Sawadee Pi Mai


Já me enrolei nas contas dos Ciclistas mais um vez! O Hall dá dois números diferentes. Números, números: coisas que me deixam confusa. Ora dá 78, ora dá 79... A única pessoa que eu ainda não havia notado era a Aline Emerick. Procede a informação, gata?


E por falar em números... Imposto de Renda é coisa que me deixa maluca. Obviamente eu não sou prática com números, notas e afins (já fiz a declaração sozinha, mas quanto mais experiente fiquei, mais complicado o processo se tornou para mim). Mas cumpri com meu dever de cidadã. Na real, tudo que não sei de números, sei de cativar pessoas. Agradeço a Deus por meus amigos. Digão e eu crescemos juntos. Estamos longe do convívio semanal há uns cinco anos, mais ou menos... Mas ele se tornou um ótimo contador e manteve o seu grande coração. Lovely! Como eu me sinto protegida pelo talento dos meus amigos. Não como favorecimento, mas como troca. Apoio também é uma forma de afeto. Você já declarou?


Ok, Dia Internacional do Beijo. Vamos pular para outro assunto? Hoje também é Dia do Hino Nacional Brasileiro; Dia do Office-Boy; Dia dos Jovens e Aniversário de Fortaleza. Juntando tudo fica: "




Que tal ir à Fortaleza beijar um jovem
office-boy ao som do Hino Nacional Brasileiro?"

Hoje também é o primeiro dia do Ano Novo Tailandês, chamado de Songkran. Os festejos lembram o reveillon ocidental na ideia de deixar para trás o que não deu certo e renovar as esperanças para o novo ano. Esse é o tempo de visitar a família, fazer faxina na casa, orar nos templos budistas.


Quando eu morava fora, tive a oportunidade de passar o Songkran perto de jovens tailandeses. Não havia ainda uma relação estreita deles comigo, mas morávamos todos muito perto. Nesse dia, eles fizeram uma ritualística que me pareceu diferente, só não consegui entender o significado. Com copinhos de água na mão, eles iam de um a um salpicando água uns nos outros. Tudo na maior alegria. A água, para eles, é um símbolo para a limpeza das experiências dos anos anteriores; lavar para começar do zero.
Os jovens brasileiros que moravam ali resolveram "entrar na brincadeira" e começaram a molhar os coitados jogando baldes inteiros de água neles. Maior judiação, porque só quem convive sabe da fragilidade desse povo. São pessoas absurdamente gentis e mansas, de um respeito fora de série. Eles não se zangaram, mas pararam a ritualística com sorrisos amarelos e humildes, dizendo que brasileiro não sabe brincar...


Durante aquele ano eu fiz uma bela amizade com duas Tai: Cornee e. Meninas maravilhosas que dividiam dias (muitas vezes infindáveis e infinitos) de trabalho comigo. Quando elas foram embora, chorei muito. Sabia dentro de mim que seria uma despedida para sempre. Depois veio aquele Tsunami e tudo ficou ainda mais escuro nessa relação. Peço sempre a Deus para que elas estejam bem. E feliz, como fomos naquela época.
"Sawadee Pi Mai" ou melhor, Feliz Ano Novo!

12.4.10

Batata




Li por ai:

"A dieta dos signos: Astrologia ajuda na alimentação"

Peixes, Câncer e Escorpião - Signos de Água
Pratos com molhos e especiarias agradam o paladar dos signos da água e, em tese, não fazem mal nem mesmo se o organismo estiver fragilizado em virtude de problemas emocionais. Tendem a gostar mais das sobremesas do que dos pratos de sal, mas comem quase de tudo.

Peixes: misturas e experimentações lúdicas abrem o apetite do pisciano. Gosta de comidas menos triviais e pratos que misturam quente e frio, doce e salgado.

É batata, gente! Nham!

Recados de hoje


Coisas da vida. Surpresas das esquinas virtuais. Descobri por acaso que existe um blog de alguém que não conheço que indica o BibideBicicleta. O Sambambaia Psicótica (o nome é esse mesmo, legal, né?) é feito por alguém sensível, delicada, com senso estético apurado. Adorei saber, ver lá e me ver lá também :) Só queria saber quem é o autor (assim no masculino por pura convenção gramatical, ok?).


Fer, queridona, the muse me disse que amanheceu com um pacotão na portaria! Uia! So cute! Many thanks (morta de ciúmes que você mandou pra lá e nem me avisou - ok, já passou - e morta de curiosidade:)). Te conto depois, dank!


Alexandre, queridão, estou esperando a sua adesão no Hall dos Ciclistas Fantásticos. Obrigada por ter tido coragem, vontade e a gentileza de me escrever e se fazer conhecer. A_D_O_R_E_I!


Sabe aquelas saídas de ar do metrô? Uma delas até ajudou a imortalizar a cena de Marilyn Monroe com seu vestido esvoaçante, sabem qual é? Pois bem. Corta para o dia de hoje. Carioca é um ser muito criativo. Com casaco molhado da chuva, o morador de rua que vive em frente ao prédio onde trabalho colocou uma caixinha de apoio e improvisou uma secadora bem ali. Era até capaz do casaco do sujeito sair passadinho, já que o ar era quentinho. Achei supercriativo!

Sempre e só amanhã


"E agora chegara o momento de decidir se continuaria ou não vendo Ulisses. Em súbita revolta ela não quis aprender o que ele pacientemente parecia querer ensinar e ela mesma aprender - revoltava-se sobretudo porque aquela não era para ela época de "meditação" que de súbito parecia ridícula: estava vibrando em puro desejo como lhe acontecia antes e depois da menstruação.
Mas era como se ele quisesse que ela aprendesse a andar com as próprias pernas e só então, preparada para a liberdade por Ulisses, ela fosse dele - o que é que ele queria dela, além de tranquilamente desejá-la?"


- trecho de "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres"


Sempre achei que ler Clarice Lispector demandasse de mim um pouco mais que mera atenção ou devaneios literários. Estava certa. O texto de Clarice te puxa para o centro da sua dúvida, evocando as vivências mais intensas. Não é algo que se leia para passar o tempo, mas para jogar a rede no mar da emoção. É preciso vivência. É preciso um choro bem mais que a simples dor e a dor bem além do simples choro. É necessário misturar a alegria infantil incontida com o coração dilacerado por um amor que se foi. Talvez não seja necessário nada disso, só a poesia. Talvez essa seja eu, querendo evocar a temática que uso para tornar os textos do blog mais próximos à realidade que não me confunde, mas me apresenta. Clarice confunde na medida em que altera toda a estética gramatical na hora de transformar palavras em compêndios. Talvez a vida esteja além da estética que esperamos encontrar no cotidiano. As respostas sempre se encontram atrás da próxima curva. E você terá acesso a elas amanhã. Sempre e só amanhã. A busca incessante e o devaneio louco de preencher lacunas nos fazem escrever dias inteiros e criar existências sublimes. Gosto de ler Clarice, mas tenho muita dificuldade em entendê-la com completa clareza. Qual o que?! Assim também sou tantas vezes em relação à minha própria história.

11.4.10

"Nas duas faces de Eva
A bela e a fera
Um certo sorriso
De quem nada quer...
Sexo frágil
Não foge à luta
E nem só de cama
Vive a mulher...
Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Não provoque..."
- Rita Lee

Plantones 2

Saldo do plantão de domingo (dedinhos cansados):

Galeria Segundo dia de Axé Brasil

Bruno de Luca beija fã

Camila Pitanga leva Antônia à favela

Filhos de famosos vão ao teatro

Claudia Leitte solidária ao Rio e com certificado de beijaço do Guiness

Michel e Tessália: beijo na boca pós-BBB

Marcos Caruso em "As Pontes de Madison"

Galeria "Pontes de Madison"

Galeria de famosos na praia

Fernanda Pontes solta tartaruga no mar

10.4.10

Alô!?




Fernando sumiu do BibideBicicleta...




78


Olhaaaaaaaaaaa!


Vamos celebrar o fato de que passamos dos 40 mil acessos e que temos entre nós uma nova Ciclista no Hall da Fama Ciclista!


Senhoras e Senhores, boys & girls, vamos receber com uma salva de palmas (ou cliques de mouse ou toques de tecla): Rosangela, a misteriosa Ciclista de número 78!


Welcome lady!

Lições Cinematográficas



Acabei de ver um filme MARAVILHOSO! Cinco estrelas na prateleira da Bibi.

Mas atenção: meu gosto é único, pessoal e intransferível - como eu sempre costumo repetir aqui. Por isso não gosto de indicar nada como imperdível, sensacional, extraordinário ou evite-se terminantemente. Aprecio, no entanto, dar a minha opinião para que haja um parâmetro, caso alguém tenha o desejo de debater ideias comigo :) Ou caso um cara charmoso e inteligente queira me chamar para ir ao cinema.

Minha Mãe, por exemplo, não achou assim tão incrível - o tal de filme de hoje que estou enrolando para dizer o nome. Mas sabe do que eu mais gosto? Da possibilidade das coisas te surpreenderem de tal forma que podem se transformar em importantes quando "conversam" com você em momentos pontuais. Há coisas que são incríveis, intensas e muito importantes apenas em um dado momento. Por isso dar rótulos é algo tão perigoso.

Para quem gosta de um draminha rômantico com fundo de verdade; filmes do tipo revisionistas, eis o achado: "Ao Entardecer". Tá me fazendo suspirar "ai, ai" até agora, horas depois de desligar o DVD. Um roteiro bonito e delicado, que reza pela cartilha do "Filme de Mulheres". Elas conduzem a trama tanto no enredo, quando nas interpretações primorosas. Todas estão maravilhosas e por todas, lê-se: Meryl Streep, Glenn Close, Toni Collette, Vanessa Redgrave, Claire Danes e Natasha Richardson.




- Mamãe, quem foi Harris?
- Harris foi o meu primeiro e grande erro. E o primeiro erro a gente jamais esquece. É como o primeiro beijo.
- Você o amava, mamãe?
- Eu e muita gente.


Vanessa Redgrave - Ela é o filme. Deitada em uma cama, ela conta a história através de lembranças. E que atriz maravilhosa para segurar a emoção sem poder se levantar, mexer muitos as mãos, as pernas, o corpo.

Claire Danes - Se Vanessa conta a história, quem a conduz é a Claire. Uma atriz de uma sensibilidade ímpar e que foge totalmente do arquétipo Hollywoodiano. Ela já havia me conquistado totalmente em "A Garota da Vitrine". Não são raras as vezes em que penso que só eu me apaixonei por esse filme... Voilá.

Meryl Streep - Ela faz duas cenas apenas e ainda assim é maravilhosa. Meryl foi ela mesma. Acredito que tenha sido uma participação afetiva para entrar na extensa lista de filmes que faz.



- Dois casamentos ruins e acabei não me tornando uma grande cantora. Você não acha, Lila, que uma de nós deveria ter se casado com o Harris?
- Acho que fizemos na época o que seria preciso fazer."


Glenn Close - Essa sempre me surpreende. É muito boa atriz, mas sempre faço a ligação com aquele filme doido que ela fez com Michael Douglas ou com a Cruela de "101 Dálmatas". A mulher tem talento e se destaca mesmo em papéis pequenos. A cena de desespero que ela faz nesse filme é de tirar o fôlego.

Toni Collette - Muito boa atriz, mas a boca dela me perturba. Não combina com o resto do rosto e o resto. Mas vem fazendo boas escolhas e boas atuações. Ela é australiana, não sabia... Boca de Canguru, então!

Natasha Richardson - Ah, que linda a atuação! Achei sensacional ver ela contracenando com a mãe, Vanessa Redgrave. De uma sensibilidade que cativa. Gosto dessa mágica que também acontece por fora das telas. O que é mais triste é saber que a Natasha morreu em março de 2009, depois de um acidente com ski em Quebec. Era casada com Liam Neeson. Gosto dela, que parecia muito com a Ema Thompson, que é outra atriz que me emociona. Esse foi seu penúltimo filme.


E para terminar esse momento wikipédia... Sabe, eu adoro "As Pontes de Madison". ADORO. Já vi algumas vezes e procuro não ver em sequencia para degustar a obra sem vícios. Agora soube que a obra foi montada em teatro e está no Rio com Marcos Caruso e Denise Del Vecchio... Será que devo ver? Oh, Céus!


"O título significa a ponte entre dois corações.


Ele sente falta da casa, ela, de uma aventura”


- Marcos Caruso.

Plantones

Sábado de plantão - O saldo...
Prato do dia: Celebridades fazem nada. Ou quase.

Galeria "Cama de Gato"

Nota BBBs no Axé Brasil 2010

Galeria BBBs no Axé Brasil 2010

Nota Boninho no shopping

Galeria Famosos no Shopping

Nota estreia de Carlos Bonow

9.4.10

Au!


Termino o dia com essa foto sensacional que o Isac Luz - fotógrafo e amigo - fez para o iG na Praia de Copacabana, zona sul carioca. As ondas estavam enormes, numa ressaca de beleza e fúria únicas. E lá, relaxadão, estava esse DOG. O óculos, claro, do fotógrafo, que correu sério risco de ser afanado pelo cachorro playboy. Que o Rio volte a ter humor. Que a praia volte a ter gente esticada em cadeiras e cangas. Que o sol brilhe, para essa cidade amada e seus moradores queridos. Bom fim de semana queridos leitores!