
Não sei nem por onde começar! Vou tentar narras os últimos acontecimentos de trás para frente. Assim, caso eu venha esquecer o que já está “velho”, que eles permaneçam nessa bolha do passado recente, guardados na gaveta da memória.
Hoje é feriado no Rio. Dia do padroeiro da cidade: Sebastião. Não sei o que ele fez [com todo respeito], mas celebro o fato dele trazer mais um feriado para a cidade que já é maravilhosa. Acordei super tarde – com motivo justíssimo, como verá em uma das minhas histórias – e fui para a praia com a Onça. O dia era de sol e calor. Fomos alegres, em um doce balanço a caminho do... Mar? Não, do Metrô. O caminho ainda era um pouco longo. Nossos amigos, já nas areias escaldantes de Ipanema, telefonavam avisando das condições da areia, tempo e mar. Alegria, alegria.
Enquanto a Onça comprava sua passagem do metrô [eu já tinha a minha], fui até a máquina de refrigerante tomar uma Coca Light, meu vicio maior. Chocada, constatei que só tinha a Zero. A companhia de refrigerante anda de sacanagem, por que agora só tem Zero para todo o lado e cada vez menos Light! Eu detesto aquela Cola espumante, que não mata a sede. Apertei a máquina com vontade e... ploft, ploft. Sim, não foi apenas um ploft, foram dois. Ganhei uma Coca Zero e uma Fanta Uva, que a Onça gosta muito. Cheguei pimpona perto dela, com as latinhas na mão [Comprou para mim!? Não, caíram duas, quer?! Hohoho]. O dia começava bem! Sorte.
Viagem tranqüila. Fila para o integração GIGANTESCA! Meu amigo, ir à praia em dia de feriado no transporte coletivo é furada!! Consegui me sentar. A Onça foi agarrada nos ferros, tal qual uma dançarina de Pole Dance. Atrás de nós, uns gringos da gringolândia de língua hispânica que simplesmente não paravam de falar. Ui, que tava irritando aquela cantilena. Pior era o brasileiro tentando acompanhar o papo com seu portunhol veloz [como se assim ninguém percebesse que ele estava falando errado. Tem cada disfarce tão tosco, que é como se alguém enfiasse a cabeça no buraco e deixasse o bundão branco para fora: ou seja – ALVO!].

Viagens de pensamentos à parte, a nossa real terminou. Assim como o sol. Chegamos à praia com o tempo nublado. Amigos e mormaço fazem a festa, certo? Sim! Fizeram 20 minutos da alegria de pobre, que dura pouco, porque a chuva fina veio chegando e o guarda sol virou guarda chuva. Nuvem passageira [inverno de paixão, amor de primavera em chuvas de verão], como cantaria José Augusto. Pois é, aquela nuvem que passa, foi e voltou uma três vezes. Deu tempo de entrar na água e ser tragada pela onda, quase tomando um caixote; lotar o biquíni de areia; comer uma empada de queijo com goiabada; falar besteira; rir do amigo Portuga; ver o cara da empada enrolar o "bagulho" do nosso lado, fumar enquanto cantava música gospel [ironias da vida]; ver o helicóptero resgatando o marolinha malandro que pensava ter cacife para ser peixe grande; marcar o evento da noite e voltar para casa. Dessa vez de ônibus.

Sobrevivi ao estouro. Complementei, de leve é verdade, o bronzeado. Tive um jantar sensacional. E terminei a noite de forma criativa: fazendo umas fotos engraçadinhas, brincado de sobra e luz e treinando minha veia fotográfica. Adorei o teste. Posto aqui assim que seu mestre mandar... As fotos.
Hasta Luego!











































