22.11.09

"Morro de ciúmes, mas renasço a cada instante de lucidez"
(Bia Amorim)

8 comentários:

Ivy Farias disse...

De ciúme, esta é a única coisa que eu posso dizer:
"Como ciumento sofro quatro vezes: porque me reprovo por sê-lo, porque temo que meu ciúme machuque o outro, porque me deixo dominar por uma banalidade; sofro por ser excluído, por ser agressivo, por ser louco e por ser comum". Roland Barthes, Fragmentos de um discurso amoroso.

Bibi disse...

Como ciumenta sofro por não entender que ninguém é de ninguém por força das circunstâncias, mas por escolhas individuais. Tenho ciúme do que não me é compreendido de forma plena. Não sou agressiva com o outro, mas comigo mesma, porque a luta é para tentar não fazer com que isso ultrapasse o limite do eu. Eu sempre acho que posso ser melhor e tento vigiar o meu pensamento com gotas de lucidez...
Lindo esse trecho!

Sambeira disse...

"Com o tempo aprendi que o ciúme é um sentimento para proclamar de peito aberto, no instante mesmo de sua origem. Porque ao nascer, ele é realmente um sentimento cortês, deve ser oferecido à mulher como uma rosa. Senão, no instante seguinte ele se fecha em repolho, e dentro dele, todo o mal fermenta" (Chico Buarque, em Leite Derramado)

Bibi disse...

Pensa bem: na maior parte das vezes o ciume masculino é visto de forma romantica e o feminino de forma histérica. Covardia!

LuisPaulo disse...

Adorei!!!!!!!!!!

Bibi disse...

Jura?! :) :)

Saulo disse...

Tenho poucos momentos de lucidez??

Bibi disse...

Saulo: como eu poderia responder? Essa frase veio à minha cabeça como um chinelo exato para um pé com salto seguindo procissão!