16.8.12

Bratislava


Bratislava foi uma surpresa para mim. Nunca tinha ouvido falar na capital da Eslováquia e gostei bastante de conhecer. Como em todos os lugares da Europa, visitei o Castelo, a Ponte, a Igreja e Caminhos Reais. Só que Bratislava me pareceu muito mais casinha de boneca que os outros lugares. Linda e petit. Até chegarmos a rua principal, tudo parecia uma maquete dos tempos medievais. E então, a gente vê restaurantes mais badalados, obras de arte pelo caminho e brasileiros. Outros brasileiros, que não os nossos. Fazia um calor do Senegal e eles não tinham ar em nenhum estabelecimento. Foi punk. Salva pelo delicioso sorvete e as árvores por esse caminho principal. Muitas histórias e uma constatação que me seguiu por quase todo o Leste Europeu: esse povo não bebe gelado! Refrigenrante quente o tempo todo! Eles acham que a menor brisa é suficiente para gelar a bebida e quase não há lugares que te ofereçam gelo. Oi?

Em Bratislava comi na Domino's. A gente até procurou um restaurante tipico local, mas estava tudo quente feito a anti-sala do inferno e a comida ainda é apimentada. Passamos, pelo bem da viagem. Ainda era o meio do caminho. O Danúbio corta a cidade, que faz fronteira com a República Tcheca, Áustria e Hungria. Quase a tríplice fronteira do Brasil, só que com muito mais glamour hohoho. A nota dissonante ficou por conta de duas ciganas que cercaram uma senhoria do grupo e surrupiaram a bolsinha de moedas recheada com uns 18 euros. Cada moeda em uma jornada como essa vale ouro. Não o valor em si, mas das enrascadas que elas podem nos tirar. Fora a chateação, né? Foi momentânea, passageira, por sorte.

 
  
O momento fofura total ficou por conta dessa cadela. Não sei o nome e nem me atreveria a perguntar nessa língua tão estranha aos meus ouvidos. Assim que ela virou na eua de casa, após um gostoso passeio: ela empacou. Não saia do lugar. Sua dona, então, afrouxou a guia e ela se deitou no chão. Pensei que, assim como eu, ela estivesse arrasada de calor. O grupo continuou a andar a passos lentos e eu pude continuar a observar a luta da sua dona para levá-la até a porta do apartamento. Foi uma risada geral quando percebemos que na verdade ela não queria ter que ir para casa. Tava fazendo corpo mole para não ter que subir as escadas e voltar para o apartamento!  hahahahahaha Muito linda.



2 comentários:

Aline, Vinícius e Laura disse...

hahahahaha...
Também passear em uma cidade dessas que graça tem um apartamento?

Bibi disse...

A bichinha sabe das coisas! hahahahaha Boa Aline